Rudinei Santos Carapinheiro

Como unir o melhor de dois mundos

Quando se pensa em inovação tecnológica, uma das imagens que vem à mente é de uma universidade com equipamentos de última geração e pesquisadores desenvolvendo soluções para revolucionar o mercado, que logo se transformam em uso comum para facilitar a vida das pessoas. De maneira geral, seria indicado que fosse assim, mas na prática é diferente. Embora os laboratórios acadêmicos possuam equipamentos de ponta e pesquisadores de alto nível, posicionando o Brasil como um dos maiores publicadores de white papers acadêmicos, infelizmente eles não se convertem em patentes.

Um dos caminhos para aproveitar este conhecimento restrito aos muros das universidades seria a aproximação com as empresas, o que viabilizaria muitas das inovações. Além da transferência de tecnologia, as universidades podem buscar envolvimento das empresas nestas pesquisas, a fim de promover interação de diferentes mundos.

No entanto, existem barreiras de ambos os lados que impedem este avanço. Muitos acadêmicos enxergam as empresas como parte de um mundo capitalista avesso às boas práticas, enquanto que muitas empresas enxergam a universidade como um reduto de teóricos que desconhecem o mercado de trabalho. Outras dificuldades são as diferenças quanto aos objetivos e prazos e até mesmo choque entre climas e culturas organizacionais. Para a empresa, a interação pode gerar novas tecnologias, e para universidades, novas grades curriculares em função das necessidades corporativas.

Parcerias bem-feitas entre o mundo acadêmico e o meio corporativo são capazes de suprir necessidades da sociedade e são uma característica marcante das nações desenvolvidas. No Brasil, de modo geral, essa relação ainda precisa amadurecer para que traga mais benefícios para os dois lados e afete diretamente no futuro profissional dos universitários e na transformação do país. Apesar das universidades de primeira linha presentes em quase todos os estados brasileiros, trata-se de um grande desafio da atualidade que precisa principalmente de uma transformação cultural.


 

Skylane Optics aumenta 50% no faturamento de 2017 e expande operações para América Latina

  

A Skylane Optics atinge os resultados previstos para 2017 de aumento de 50% na receita antes mesmo de terminar o ano, e ainda prevê manter o ritmo de crescimento em 2018 no mercado brasileiro especialmente no Norte e Nordeste do país. Os planos para o exterior estão concentrados na expansão das operações para a América Latina.

“A crise no mercado foi benéfica para nós, pois o mercado foi em busca de soluções locais para viabilizar seus negócios. Como produzimos equipamentos em nossa fábrica em Campinas, conseguimos ser competitivos para oferecer soluções até 70% mais baratas”, explica Rudinei Santos Carapinheiro, diretor para desenvolvimento de negócios da Skylane Optics.

Os bons resultados levaram a um processo de expansão para a América Latina que deve ser estruturado no próximo ano. México, Argentina, Chile, Peru são alguns dos países que já têm clientes Skylane, onde os negócios devem ser desenvolvidos no próximo ano com os produtos fabricados no Brasil.

 

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